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O nascimento do liberalismo


Objetivo do livro


O objetivo do livro é mostrar a origem do liberalismo político, bem como sua evolução histórica.


Trata-se de leitura recomendada para profissionais, estudantes e curiosos das seguintes áreas: Política, Filosofia, História, Direito e Sociologia.


Descrição rápida:

Título: O nascimento do liberalismo

Editora: Barra Livros

Assunto: Ciência política - história; liberalismo - história

Tamanho: 17,0 x 24,0 cm - 202 páginas

Edição – 1ª 2019

ISBN 978-85-64530-69-0



Contracapa 


Em “O Nascimento do liberalismo”, o autor analisa as origens históricas do liberalismo político, ligado em sua gênese, tanto ao iluminismo quanto à resistência contra a intolerância religiosa e a opressão política, baseado em um princípio de tolerância, que avança desde a simples aceitação das diferenças até a postulação do pluralismo. O propósito desse livro é acompanhar essa trajetória, revelada na evolução dos costumes políticos.


A obra passa pelo exercício de poder temporal da Igreja (com a perseguição da heresia) e a competição pela soberania, travada entre a Igreja e a monarquia durante a Idade Média; desemboca na construção do Estado moderno (com a mudança de paradigma cultural a partir da ciência moderna, o desencantamento do mundo, o laicismo), e finalmente consagra o liberalismo (com a humanização do Direito penal, a distinção entre Direito e moral, o constitucionalismo).



Sobre o autor


Sérgio Sérvulo da Cunha nasceu em Santos, em 1935. Formou-se em Direito e Filosofia pela USP. Foi procurador do Estado de São Paulo, vice-prefeito de Santos e Secretário Municipal de Assuntos Jurídicos.  No Conselho Federal da OAB, coordenou a comissão que atuou na Constituinte de 1987-1988.


No Ministério da Justiça, foi chefe de gabinete do ministro Márcio Thomas Bastos. É autor de vários livros de Direito e Filosofia.


É casado com Yara Paolozzi, tem cinco filhos e sete netos.





Sumário


I.  Prólogo

II.  Tempos bárbaros

III. Tempos feudais

IV. Tempos de mudança

V. Tempos de Reforma

VI.  Tempos de renascer

VII. Tempos da razão

VIII. Tempos de revolução

IX. Tempos de libertação

X.  Tempos de unificação

XI.   Epílogo

Índice onomástico




Comentário do autor sobre o livro


Este é um livro de história. Não história dos fatos, não história das ideias, mas história das instituições, o que significa história do entretecer entre as ideias e os fatos. O que corresponde possivelmente à proposta de Norbert Elias: “Proceder ao exame simultâneo da mudança das estruturas psíquicas e das estruturas sociais em seu conjunto”.


Toda instituição é um ente histórico, uma convenção mais ou menos explícita – como, por exemplo, a linguagem – e, consequentemente, exposta à mudança. O propósito do autor é acompanhar essa trajetória, revelada na evolução dos costumes políticos. Ela passa pelo exercício de poder temporal da Igreja (com a perseguição da heresia), e a competição pela soberania, travada entre a Igreja e a monarquia durante a Idade Média; desemboca na construção do Estado moderno (com a mudança de paradigma cultural a partir da ciência moderna, o desencantamento do mundo, o laicismo), e finalmente consagra o liberalismo (com a humanização do Direito penal, a distinção entre Direito e moral, o constitucionalismo).


Temos portanto, ante nossos olhos, um largo panorama, desde o reconhecimento da religião cristã pelo império romano (313 d.C.), até o século XVIII (com a Constituição norte-americana, a declaração dos direitos do homem e a Constituição francesa de 1791), e, finalmente, a unificação da Itália (1870), com a posterior criação do Estado do Vaticano (1929).


Pode-se dizer como Pontes de Miranda ao redigir o prefácio de obra sua, em 1944 (Democracia, liberdade, igualdade): este é livro de enunciados de fato, não de opiniões fundadas no desejo ou no sentimento; não vem abrir caminhos; vem mostrá-los, e avisar que já não se pode voltar, sem riscos mortais.



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