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Dependência digital: tecnologias transformando pessoas, relacionamentos e organizações


Objetivo do livro

O objetivo deste livro é mostrar como os avanços tecnológicos – que estão trazendo grandes benefícios, como comunicação instantânea, informação abundante, notícias na hora e tornando o mundo mais culto – estão criando a dependência tecnológica, com o uso ininterrupto das mídias eletrônicas e como isso pode afetar nossa saúde e as relações interpessoais. 

Trata-se de leitura recomendada para psicólogos, antropólogos, sociólogos,  pais e educadores, profissionais da saúde e a todos que se preocupam em viver com mais qualidade.


Descrição rápida:

Título: Dependência digital: tecnologias transformando pessoas, relacionamentos e organizações

Autor: Gonçalves, Lucio Lage

Editora: Barra Livros

Assunto: Informática - aspectos sociais

Tamanho: 17,0 x 24,0 cm - 238 páginas

Edição – 1ª 2017

ISBN 978-85-64530-57-7


Contracapa 


Em Dependência Digital, Lucio Lage fala sobre a universalização dos avanços tecnológicos nos últimos anos, o que inegavelmente facilitou e mudou positivamente a vida das pessoas. 

Um mundo mais acessível, regido pela comunicação instantânea e informação abundante, aproximou entes distantes e proporcionou novas formas de consumir notícias e cultura, mudando de forma decisiva nossa percepção de mundo. 

Mas tanta inovação também veio acompanhada de novos problemas. Tais avanços criaram, por conseguinte, uma séria relação de dependência de usuários com seus diversos aparelhos. Diante disso, o autor traça um panorama preocupante acerca das mazelas do uso ininterrupto das mídias eletrônicas e como isso pode afetar nossa saúde e as relações interpessoais. 

Trata-se de leitura recomendada aos pais, educadores, profissionais da saúde e a todos que se preocupam em viver com mais qualidade.



Autor


Lucio Lage Gonçalves é professor e consultor em Gestão Empresarial e autor dos livros: “Gestão de Mudanças na teoria e na prática e o Método das Gestões”, de 2014, e “Mudanças Organizacionais no Brasil: uma perspectiva de Gestores”, de 2015.

Mestre em Administração, pós-graduado em “Administração Pública”, em “Tecnologia Educacional” e em “Gestão do Conhecimento e Inteligência Empresarial”, vem se dedicando à disseminação de conhecimentos nos campos da Dependência Digital, Gestão de Mudanças, Gestão do Conhecimento, Cenários Organizacionais e Planejamento Estratégico, por intermédio de consultoria e docência em cursos de MBA, em Gestão Empresarial.

Lucio Lage tornou-se colaborador, a partir de 2016, do Instituto DELETE – Desintoxicação e Uso Consciente de Tecnologi@s, institucionalizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, que vem trabalhando eficazmente no tratamento de usuários abusivos e dependentes das tecnologias. 

Neste livro, além das incursões teóricas e práticas sobre a Dependência Digital, apresenta um cenário sobre o tema a partir de pesquisa inédita aplicada junto a gestores organizacionais.

Seu e-mail está à disposição dos leitores para compartilhamento de experiências:

luciolage@msn.com



Sumário


INTRODUÇÃO

PRIMEIRA PARTE

CAPÍTULO 1 - INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SEUS REFLEXOS

1.1. CONCEITUAÇÃO DE INOVAÇÃO E DE TECNOLOGIA

1.2. INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

1.3. REFLEXOS

CAPÍTULO 2 - PESSOAS, TECNOLOGIA E DEPENDÊNCIA DIGITAL

2.1. PESSOAS: CONTROLADORES OU CONTROLADOS?

2.2. TECNOLOGIA: O BEM E O MAL

2.3. DEPENDÊNCIA DIGITAL: CRENÇA OU FATO?

2.3.1. DEPENDÊNCIA

2.3.2. DEPENDÊNCIA DIGITAL

2.3.3. CRENÇA

2.3.4. FATO

2.3.5. DEPENDÊNCIA DIGITAL: CRENÇA OU FATO?

2.3.6. TESTES DE DEPENDÊNCIA DIGITAL

2.4. EVOLUÇÃO DO HOMEM X TECNOLOGIA

2.5. CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NOVOS HUMANOS

CAPÍTULO 3 - CONSEQUÊNCIAS SOBRE OS SERES HUMANOS

3.1. SERES AUTÔNOMOS OU AUTÔMATOS

3.2. SERES ROBÓTICOS OU ROBOTIZADOS

3.3. CONSEQUÊNCIAS NEGATIVAS

3.3.1. ALIENAÇÃO HUMANA

3.3.2. AMNÉSIA DIGITAL

3.3.3. ANSIEDADE

3.3.4. COMPULSÃO E DEPRESSÃO

3.3.5. COLUNA VERTEBRAL

3.3.6. DÉFICIT DE ATENÇÃO

3.3.7. GAMEMANIA

3.3.8. DEMÊNCIA DIGITAL

3.3.9. REDES SOCIAIS

3.3.10. NOMOFOBIA

3.3.11. TRANSTORNOS URBANOS

3.3.12. SENTIMENTOS TRANSFORMADOS

3.3.13. PRIVACIDADE EXPOSTA

3.3.14. VISÃO COMPROMETIDA

3.3.15. SONO SEM QUALIDADE

3.3.16. RADIAÇÕES

3.3.17. EXCESSO DE PESO E OBESIDADE

3.4. CONSEQUÊNCIAS POSITIVAS ESPECÍFICAS

3.4.1. O TELEFONE CELULAR COMO TERAPIA

3.4.2. MUNDO MAIS ÁGIL

3.4.3. REDES SOCIAIS COMO FENÔMENOS SOCIAIS

3.4.4. IMPULSO EDUCACIONAL

3.4.5. TRATAMENTOS DE SAÚDE

3.5. GESTÃO DA DEPENDÊNCIA DIGITAL

3.5.1. CONTEXTUALIZAÇÃO

3.5.2. DEPENDÊNCIA DIGITAL EM ALGUNS PAÍSES

3.5.3. QUADRO DE SITUAÇÃO DA DEPENDÊNCIA DIGITAL

SEGUNDA PARTE

CAPÍTULO 4 - A NOVA DIMENSÃO DO TEMPO

4.1 O TEMPO DE EINSTEIN

4.2 RESPOSTAS INSTANTÂNEAS

CAPÍTULO 5 - PARA ONDE ESTAMOS INDO?

5.1. ZUMBIS DIGITAIS OU SUPER EVOLUÍDOS?

5.2. RACIONALIDADE EXTREMA OU EXTREMA EFICÁCIA

5.3. PREPARAÇÃO PARA UM MUNDO NOVO

5.4. COMO PREPARAR AS CRIANÇAS/ADOLESCENTES

5.5. MODERNIDADE SEM DANOS

5.5.1. COMPUTAÇÃO UBÍQUA

5.5.2. COMPUTAÇÃO COGNITIVA

5.5.3. SERVIÇOS DIGITAIS

CAPÍTULO 6 - DEPENDÊNCIA DIGITAL NAS ORGANIZAÇÕES

6.1. CULTURA E COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

6.2. IMPACTO NAS ORGANIZAÇÕES

6.3. A DEPENDÊNCIA DIGITAL NA DINÂMICA ORGANIZACIONAL – UMA PESQUISA

6.3.1. DELIMITAÇÃO

6.3.2.  MÉTODO DE PESQUISA

6.3.2.1.  O PÚBLICO-ALVO

6.3.2.2.  AMOSTRA

6.3.2.3.  INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS

6.3.2.4. PROCEDIMENTO DE COLETA DE DADOS

6.3.2.5. PROCEDIMENTO DE ANÁLISE DE DADOS

6.3.3. RESULTADOS

6.3.3.1. DEMONSTRAÇÃO QUANTITATIVA

6.3.4. ANÁLISE DE RESULTADOS

6.3.4.1. DADOS DEMOGRÁFICOS

6.3.4.2. ITENS DO QUESTIONÁRIO

6.3.4.3. ANÁLISE DE IMPACTOS

6.3.5. ATINGIMENTO DOS OBJETIVOS PROPOSTOS

6.3.6. PRINCIPAIS CONTRIBUIÇÕES

6.3.7. LIMITAÇÕES

CAPÍTULO 7 - CONSIDERAÇÕES MOMENTÂNEAS

__________________TERCEIRA PARTE

CASOS CONCRETOS

1. O CASO BLUE MAN GROUP

2. O RENASCER DOS RELÓGIOS DE PULSO

3. NOVAS FRONTEIRAS

4. O CASO WHATSAPP DE 18/12/2015

5. O CASO QUIET CARS

6. O CASO NOVOS HUMANOS

7. A VIDA NO AUTOMÁTICO (POR DANIEL GOLEMAN)

8. SOBRE CELULARES (POR ZYGMUNT BAUMAN)

9. O MOMENTO HUMANO AMEAÇADO (POR DANIEL GOLEMAN)

10. CARRO AUTÔNOMO, MAS NEM TANTO!

APÊNDICES

APÊNDICE 1 - ENCAMINHAMENTO PARA TESTE-PILOTO

APÊNDICE 2 - AGRADECIMENTO AOS ESPECIALISTAS

APÊNDICE 3 - INSTRUMENTO DE COLETA

APÊNDICE 4 - ENCAMINHAMENTO PESQUISA PARA RESPONDENTES

APÊNDICE 5 - AGRADECIMENTO AOS RESPONDENTES DA PESQUISA

BIBLIOGRAFIA



INTRODUÇÃO

A motivação para a construção deste trabalho já foi relatada na apresentação deste livro cabendo aqui comentar a estrutura e conteúdo oferecidos como sustentação ao tema Dependência Digital, com ênfase no comportamento humano dela derivado.

Independentemente de ser positiva ou negativa, a dependência gera desdobramentos, em intensidade variada, assim como possibilidade de libertação em maior ou menor grau. No caso da dependência digital, a intensidade também pode ser variada, mas a possibilidade de libertação, ao que parece, sinaliza um vetor decrescente, especialmente a julgar pela última década. Como este livro não pretende avaliar e julgar simplesmente positividades ou negatividades da Dependência Digital, mas tão somente relatá-las como fatos sociais, nossa missão se apresenta aparentemente menos árdua. Aos terapeutas, das mais variadas linhas, cabe o aprofundamento das pesquisas e a convergência das alternativas de tratamento que levem, antes de tudo, à prevenção do estabelecimento da Dependência Digital e depois, caso instalada, o tratamento para minimização dos seus efeitos e melhor ainda, a eliminação da possibilidade de sua permanência.

A inovação tecnológica é um vetor importante nos processos evolutivos e também do ponto de vista de reflexos no seu uso visto que a própria opção de incorporá-la implica obrigatoriamente em mudar hábitos e os reflexos são inexoráveis. Inovações tecnológicas, em geral, significam invariavelmente mudanças, que por sua vez requerem gestão. No caso das mudanças provocadas pelas tecnologias não só por serem rápidas, mas também pelos saltos ou disrupções que provocam, mais do que a transição da mudança, há que se cuidar das consequências e por isto deve-se ter a preocupação de falar de reflexos. A abordagem da inovação tecnológica como fato social propõe um ponto de partida onde está assumida a condição coletiva que este fenômeno assume já que envolve toda a sociedade e mais do que isto, grande parte, senão toda a humanidade.

O trinômio Pessoas, Tecnologia e Dependência Digital, foi tratado procurando configurar seus três componentes dentro do tema em questão, dedicando um tópico para cada um dos elementos deste trinômio. Sobre as Pessoas é debatido o binômio “controladores x controlados“ com uma rápida reflexão sobre que posição terão os humanos dentro deste contexto de mudanças. Sobre a Tecnologia, uma curta menção sobre os bens e males proporcionados por ela onde a maioria esmagadora das pessoas só percebe o bem. Sobre os males, não que os mesmos inviabilizem ou estanquem a evolução tecnológica, sua difícil constatação requer o refinamento e aprofundamento de estudos sobre o mau uso ou uso excessivo em vários níveis, que podem causar malefícios aos seres humanos.

No que tange à Dependência Digital, dentro do trinômio acima, foi feita uma incursão sobre as diferenças de significados do vocábulo dependência, assim como da própria expressão Dependência Digital e sua natureza como crença ou, efetivamente, como fato. A evolução do Homem x Tecnologia está sendo aqui apreciada recorrendo a uma cronologia bastante ampla. É importante observar que as evoluções da tecnologia e do homem guardam correlação, dado que os efeitos das mudanças tecnológicas têm a propriedade de mudar hábitos e comportamentos e, com isto, impulsionar a evolução.

A evolução do homem com a tecnologia também é abordada com algumas considerações sobre os novos seres humanos que vêm sendo forjados pelas novas tecnologias e suas mudanças de paradigma. Estas considerações revelam características marcantes que justificam levar em conta que um novo ser humano está sendo constituído. Em função disto há uma sinalização da importância do acompanhamento atento da relação homem x tecnologias. 

Tudo que impacta os seres humanos, provocado pela disponibilidade da inovação tecnológica digital, deve ser descrito como fatos sociais constatados. Antes de avaliação ou julgamento, a observação de relatos para reflexão sobre os efeitos da dependência digital, pouco perceptíveis pela grande maioria das pessoas, representa um importante exercício. Ao não perceber as transformações não podem administrar suas consequências, sejam elas positivas ou negativas. Neste contexto, é importante discutir a condição humana como seres autônomos, pelo uso positivo das tecnologias da informação e da comunicação, ou autômatos, pela dependência que criam, cabendo uma abordagem do ser humano como ser robótico ou robotizado por estas tecnologias. Especificamente são apresentadas ainda várias situações provocadas pelas tecnologias da informação e das comunicações pesquisadas junto a autores renomados e que estudam esta temática de forma intensiva e exitosa. 

Após a busca de cenarização da Dependência Digital é importante atentar para uma perspectiva da nova dimensão do tempo, demonstrando uma nova amplitude provocada por muitas inovações e avanços tecnológicos digitais. Com todas as facilidades tecnológicas nos campos da informação e da comunicação, tudo pareceu mais perto e mais rápido e o nível de exigência dos humanos, automaticamente, elevou-se, especialmente no sentido de urgência que passou a adotar já que tudo é muito mais rápido como, por exemplo, enviar e receber mensagens, tirar e postar fotos, tomar uma decisão a partir da facilidade de obtenção de informações e outras agilidades. De fato, a percepção de tempo está mudada e mudando com as velocidades destas tecnologias e faz com que venham à tona questões como: Para onde estamos indo? O que seremos no futuro na mescla de seres humanos com as tecnologias digitais? Zumbis digitais ou seres humanos com altíssimo nível de evolução? Seres humanos serão reconhecidamente racionalidade pura ou eficácia extrema?

Ainda sem avaliar ou julgar, é interessante refletir sobre o que possa vir a ser este novo humano das próximas décadas. Qual tipo de percepção é preciso ter para estar neste mundo novo? Qual a preparação para as crianças e adolescentes, dado que estes são os mais afetados? 

É preciso também discutir ainda, o que se fez aqui de forma preliminar, a possibilidade de modernidade sem danos, onde as tecnologias são e serão pensadas sem os malefícios que possam causar ou, ainda que os tenha, seja possível amenizá-los ou quem sabe eliminá-los, ainda nos projetos.

Como um dos objetivos na composição deste livro, é vital aprofundar as avaliações sobre os impactos nas organizações provocados pelos novos comportamentos humanos derivados da Dependência Digital. É preciso tratar o que vem ocorrendo na cultura e comportamento organizacional em geral, como impactos nas organizações. Para obter uma visão mais real e prática foi empreendida pesquisa de campo junto a profissionais atuantes em organizações brasileiras com o objetivo de capturar percepções de como a dependência digital está sendo encarada e tratada nestes ambientes organizacionais. É uma primeira impressão, já que não foram encontrados, na pesquisa bibliográfica empreendida para este trabalho, nenhuma pesquisa que trate esta matéria no âmbito das organizações. Os resultados da pesquisa são explorados e destacados sinais considerados importantes para o desenvolvimento e entendimento humano dos impactos das tecnologias da informação e da comunicação sobre a humanidade. É uma pequena amostra e ainda tímida cuja representatividade é pequena se considerarmos 7 bilhões de seres humanos no planeta. No entanto, a nosso ver, de valor relevante como elemento inicial para estudar este fenômeno ou fato social da dependência digital em coletividades. 

Dentro da perspectiva de instantaneidade e velocidade da vida digital, as considerações finais deste trabalho têm caráter momentâneo, devido à volatilidade do tempo que as inovações tecnológicas nos impõem, bem como pela extensão e profundidade do tema.

Como contraponto, casos concretos procuram ilustrar aspectos dos capítulos anteriores, ressaltando, com casos reais o que já estamos vivenciando. A rigor, estes casos, sugerem uma reflexão sobre para onde estamos indo.  


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